O objetivo deste espaço é propor uma experiência de troca de ideias e impressões sobre assuntos como arte, comportamento, cultura, ecologia, política, entre outros. Também se propõe a discutir os conflitos humanos e temas da atualidade. De vanguarda ou não, este é um espaço aberto a todos aqueles que queiram expressar suas ideias e contribuir com a discussão coletiva.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
=Mesmice...
domingo, 18 de abril de 2010
O grande dia...
Este mês está realmente sendo especial e tenho tido oportunidades de me perceber nascendo, ou renascendo. São como marcações que vamos fazendo ao longo da vida, que representam propriamente as variações por que passamos, os altos e baixos da existência. Sinto-me especialmente 'nascido' ou 'renascido' quando alguém deposita confiança em mim. De uns 20 anos (nossa, como o tempo passa!) para cá passei a me perceber como uma pessoa mais importante para os outros, a ponto de ser digno da confiança de algumas delas. E é o que está acontecendo nesse momento. Precisarei me dedicar e corresponder mais uma vez à expectativa, e isso me faz muito bem! Penso que o que nos falta, como no escotismo, é 'estar sempre alerta', pois numa ínfima fração podemos nascer/renascer, uma imagem pode modificar nossa maneira de ver a vida e os problemas e, principalmente, se nos dedicarmos ao que fazemos com energia, entusiasmo e seriedade hoje ainda ou amanhã poderá ser, de fato, o 'nosso' grande dia!
sábado, 13 de março de 2010
Adeus, Maggie... A morte é, se lhe parece.
A Maggie, nossa cadela de cerca de 8 anos, morreu nessa madrugada. Estava doente... Sofreu e morreu em silêncio, como a maioria dos animais. Acabamos de enterrá-la no meio do bambuzal, na companhia solitária e sob o olhar enigmático de um de seus filhos, Mancuso. Aqui em casa não somos do tipo que equiparamos o amor que sentimos pelas pessoas ao que sentimos pelos animais. Mas amamos os animais em geral e os cães em particular. A morte dela, contudo, me faz tocar nesse assunto deveras delicado e triste. Acredito em vida após a morte. Simplesmente porque acredito que todos aqueles que amamos nessa vida que conhecemos estejam juntos em outro plano. Um plano superior ao nosso, que ainda não atingimos porque não chegou o momento. Outro dia li um texto da Martha Medeiros que dizia que só morreremos de verdade quando ninguém mais se lembrar de nós. Tomara que seja ssim. E sendo, sempre me lembrarei com carinho e saudade daqueles que se foram. Entre essas pessoas, que espero reencontrar um dia, estão as 'mulheres da minha vida' - minha avó materna, minha mãe, minha mulher e minha filha - e muitas pessoas queridas também. A morte é parte da vida, dizem. Mas o difícil é aceitar, compreender, entender e receber a morte. Confesso que as mortes sofridas me tornaram mais preparado, mas nunca o suficiente. Lembro até que antes havia uma espécie de 'quarentena' qdo perdíamos alguém. Havia um período de retirada de cena. De reflexão. Nos dias atuais enterramos alguém e temos que ir trabalhar... Às vezes nem enterramos... Enfim, são os tempos modernos (?!). Confesso que ainda tenho medo da morte. Por isso me apego à vida! Adeus, Maggie...
segunda-feira, 8 de março de 2010
Mulheres que (nós, homens) amamos...
sábado, 6 de março de 2010
Próxima missão: 2010.04.18=42
domingo, 14 de fevereiro de 2010
A felicidade...
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Derrubando os muros...
A queda do Muro de Berlim completa 20 anos esta semana. Esse fato histórico marcou o fim de um mundo de fantasia, onde, sob a bandeira do socialismo, a liberdade controlada e os ideais igualitários pareciam mais nobres do que de fato eram. Foi um marco! Façamos então um paralelo: será que já derrubamos nosso(s) muro(s)?!?!?! Ou estamos erguendo outros? Vivemos criando obstáculos, que sequer existem muitas vezes. Somos especialistas! Criamos nossos calvários e fantasmas. Somos acomodados, impacientes, intolerantes... Reclamamos de td e pouco agimos. Nos deixamos tolir pela nossa própria repressão da liberdade... Perdemos, outras vezes, oportunidades únicas de estar do outro lado. Oportunidades que poderão não estar mais lá quando mudarmos de ideia... O tempo passa e os muros erguidos tornam-se "barreiras limitadoras". A despeito das limitações que todos temos, precisamos ter a coragem de derrubar nossos muros e descobrir o novo, encontrar quem está do outro lado, viver novas experiências e não perder mais tempo. Como Berlim o fez há vinte anos. Quem sabe sua felicidade não está do outro lado?! E se já és feliz, então livre-se dos seus "muros" e seja ainda mais!!!